Viral : Este bebé parece normal, mas é o “primeiro” do seu tipo

Este bebé parece normal, mas é o “primeiro” do seu tipo

Uma nova técnica

Publicado por Luso Noticia em Viral
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Ver uma criança a nascer é uma experiência incomparável, não importa como foi concebida.

MalinStenberg, uma sueca de 37 anos, nunca foi mãe, mas conseguiu, com o seu companheiro, ClaesNilsson, dar as boas vindas a Vincint às suas vidas, contra todas as probabilidades. 

Malin foi a primeira mulher a dar à luz depois de um transplante uterino. Aos 15 anos, ela ficou a saber que sofria da síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser, que envolve o subdesenvolvimento da vagina e do útero. Uma notícia que a deixou de rastos.

“Eu não estava pronta para ouvir aquilo, não consegui aceita-lo. Isso significava que eu não poderia ter filhos, mas é para isso que as mulheres foram feitas. Parecia tão injusto. Adoro crianças e bebés e queria saber o que tinha feito para merecer tal coisa. Senti-me tão sozinha”. 

Ela habituou-se à ideia, mas tudo mudou quando conheceu Claes, que não aceitou não ser pai. Pensaram em muitas opções, uma barriga de aluguer ou adoção, antes de ficarem a saber que havia um novo método que ainda estava em experiência.

Por isso, Malin participou num projeto da Universidade de Gotemburgo. Nove mulheres estiveram envolvidas neste projeto e receberam o útero de outras mulheres, através de um transplante, muitas delas receberam os das suas mães. No caso de Malin, ela recebeu o da sua madrinha. 

Havia, naturalmente, riscos, porque os transplantes feitos anteriormente não tinham sido bem-sucedidos, mas para Malin, funcionou. A fertilização in vitro foi feita e ela engravidou à primeira tentativa.

O pequeno Vincint nasceu dois meses antes do previsto. Um ano depois, ele encontra-se bem de saúde. 

Depois de Vincint, nasceram mais 4 bebés de úteros transplantados. Malin removeu o útero após o nascimento do filho, pois os médicos temiam que outra gravidez fosse muito arriscada tanto para ela como para o bebé. 

Outros países começaram os seus próprios programas de transplante uterino, dando esperança às pessoas que não conseguem conceber.

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Fonte: ultramignon
Crédito foto: ultramignon

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